segunda-feira, 4 de junho de 2012
Em Joinville os tubarões querem o Kennedy!
Em Joinville os tubarões querem o Kennedy!
Phan Thị Kim Phúc - Vietnan 1972
Phan Thị Kim Phúc - Vietnan 1972
Uma tarde fresca de um domingo qualquer...
Uma tarde fresca de um domingo qualquer...
Uma história dos Anos de Chumbo
Meu avô se chamava Afrânio Francisco Azevedo. Era comunista e espírita kardecista, uma coisa que muita gente não entende até hoje. Mas nos anos 40 a 60 era perfeitamente possível. Tanto que ele era amicíssimo de Xico Xavier O lugar onde houve a festa é uma fazenda que está em com minha família desde 1902, 110 anos atrás. É uma propriedade pequena onde Eduardo e a minha mãe ganham a vida plantando todo tipo de coisa: soja, milho, ervilha, feijão… e girassóis, a lavoura mais linda que eu já vi. O relevo é muito plano. Fica a mais de 800 metros de altitude. No outono o por-do-sol é espetacular.
A vegetação nativa é baixa e retorcida. Um cerrado ralo que, num primeiro momento, assusta quem está acostumado com a exuberância da Mata Atlântica. A beleza do cerrado só se descobre observado os detalhes. As flores, por exemplo, são minúsculas, mas são espetacularmente bonitas.
Foi observando detalhes assim que minha mãe, que se chama Martha Pannunzio, colheu material para compor uma linda e premiada obra literária infanto-juvenil. São dela ’Veludinho’, ‘Os Três Capetinhas’, ‘Bicho do Mato’, ‘Era Uma Vez Um Rio’, ‘Bruxa de Pano e ‘Você Já Viu Gata Parir’. Esses livros lhe valeram os prêmios mais prestigados do País: INL, APCA, Jabuti.
Ela e minha irmã caçula, Lavínia, tocam também um projeto teatral muito bacana. Fazem montagens adaptadas dos livros da Dona Martha. Concebem os espetáculos, conseguem patrocínio privado e fazem encenações profissionalíssimas. O público são os alunos de escolas públicas, que não pagam ingresso e têm o transporte garantido pelo projeto. Mais de 80 mil crianças tiveram assim seu primeiro contato com o teatro.
Hoje as coisas parecem ordeiras e harmônicas em Uberlândia. A vida é simples, alegre e produtiva. Mas houve uma data, 1º de abril de 1964, em que elas começaram a ficar bem difíceis.
Meu avô se chamava Afrânio Francisco Azevedo. Era comunista e espírita kardecista, uma coisa que muita gente não entende até hoje. Mas nos anos 40 a 60 era perfeitamente possível. Tanto que ele era amicíssimo de Xico Xavier e Luis Carlos Prestes — que foi padrinho de casamento da minha mãe. Leia tudo. Beba na fonte.
Uma história dos Anos de Chumbo
Foto de domingo
Foto de domingo
sábado, 2 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Adjunto da Segurança se explica em nota oficial
Adjunto da Segurança se explica em nota oficial
DIÁRIO DA PROVYNCIA XIII
(olsenjr@matrix.com.br)
OS CÃES
Várias pessoas que conheço aqui em Florianópolis vieram passar um final de semana, normalmente um feriado e acabaram ficando. Alguns já moram no pedaço há mais de 25 anos. Porém, e sempre tem um “porém” como lembrava o amigo dramaturgo Plínio Marcos, outros não aguentaram sequer dois meses. Um deles alegou para sua partida o fato de que aqui as pessoas falam demais, exemplificava “você vai à panificadora, a atendente puxa assunto e a conversa não termina mais enquanto os outros clientes têm de ficar ouvindo o palavreado e esperando para ser atendidos; você pega um ônibus, acontece o mesmo com o cobrador, e assim vai, é no supermercado, na casa lotérica e até em encontros fortuitos nos espaços públicos, o que deveria ser apenas um cumprimento acaba desdobrando-se numa catilinária sem hora para acabar”, e concluía “está louco, não dá pra aguentar isso”.
Em algumas questões relativas ao comportamento, credite-se ao hábito ou ao
bucolismo que ainda conservamos.
Na agência lotérica onde espero para pagar a conta de luz (que já chegou com o prazo de vencimento excedido em dois dias) a fila está lá fora. Na porta estreita em cima de um tapete de sisal, três cuscos formam uma espécie de comitê de boas-vindas. O sol da manhã oficializa o convite para que se espraiem ali na frente e deixem reluzir a pelagem que abarca as carcaças bem nutridas dos animais o que denota a boa procedência de seus lares.
Os usuários dos serviços da agência se limitam em erguer os pés quando passam por eles ou então, em desviarem-se de um ou de outro quando resolvem caminhar no espaço restrito da abertura da porta.
“Esses cachorros poderiam sair daqui” afirma um senhor que reluta em entrar ou permanecer ali no limiar da porta; alguém próximo de mim faz menção de enxotar os cães, mas desiste logo ante a indiferença deles por qualquer apelo.
“Quem deixaria esses cachorros soltos por aí?”, resolve questionar uma mulher. “Vagabundos é que eles não são”, constata outro “é porque eles não têm cara de vira-latas com esses pelos brilhantes”, observa um terceiro.
Enquanto se comentam sobre as dóceis animálias, um nativo começa a contar a história de como já ganhou três vezes na loteria. Algumas pessoas fingem não prestar atenção na conversa, mas não desgrudam os ouvidos e também os olhos, ora na indistinta narrativa do “sortudo” ora na presença dos bichos, um que está deitado e os outros dois que parecem exercer uma severa vigilância sobre o espaço iluminado pelo sol onde estão.
O sujeito da loteria disse que foi muito infeliz na vez em que pensou, poderia ter ganhado muito, porque houve “trocentos” acertadores naquele concurso e ele acabou ganhando pouco.
“É incrível a quantidade de cachorros soltos por aí”, diz alguém... “Ali mesmo, em frente do supermercado, esses dias, contei oito cachorros desses de rua”.
“Mas no geral”, continua o “premiado”, “se computar tudo o que apostei e o que ganhei, estou no lucro ainda”... As pessoas ficam em silêncio por momentos como se estivessem avaliando o que ele tinha ganhado com o que tinha gastado naquelas apostas, todos naturalmente acreditando piamente no que estava sendo dito.
“Acho que uma pessoa que gosta de cães não deveria deixá-los soltos por aí”, experimenta alguém para continuar o papo. “Eu concordo, você tem de dar condições para os bichos, mas mantê-los num lugar apropriado”, alimenta o hein-hein-hein um outro que parecia entender do que estava dizendo.
Naquela meia hora em que permaneci no local, a conversa não saiu disso. Lembro que contei mais de uma dezena de vezes os ladrilhos da parede nas costas dos caixas que atendiam a todos com infiel indiferença.
Quando saí, a arenga prosseguia sem dar mostras de se esvair por falta de iniciativa, do “ganhador” afirmando “aposto sempre nos mesmos números, acho que a gente tem mais chance, com estes, por exemplo, já fiz uma quadra”.
DIÁRIO DA PROVYNCIA XIII
Urgente - Moscow

Urgente - Moscow
Uso ilegal de dinheiro público em Brusque
-
O material de divulgação da chapa apoiada pela Prefeitura/PT utiliza fotografias que foram produzidas por um fotógrafo contratado pela Prefeitura, com recursos públicos;
-
A convocação de 126 (cento e vinte e seis) pessoas integrantes dos escalões superiores da Prefeitura para trabalharem no dia da escolha dos Conselheiros Tutelares de Brusque provoca grande desequilíbrio para os candidatos não apoiados pela Prefeitura/PT.
Uso ilegal de dinheiro público em Brusque
Um pedra no caminho...
Um pedra no caminho...
APÓS DENÚNCIA, BLOGUEIRO É "CAÇADO"
Do Critica Laguna
APÓS DENÚNCIA, BLOGUEIRO É "CAÇADO"
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Troco no TCE
Interessante de ver o cuidado de certos funcionários públicos com o nosso dinheiro. O caso é interessante por se tratar de um colega representando contra o outro por utilização indevida de veículo
público.Adircélio foi o primeiro funcionário concursado do TCE a assumir uma posição no plenário como conselheiro. Tomou posse em 13 de maio de 2010, no cargo.
Troco no TCE
O show que Gean Loureiro viu e o Boceli não
O show que Gean Loureiro viu e o Boceli não
O céu e o mar
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.
O céu e o mar
terça-feira, 29 de maio de 2012
Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local errado
Lula e Gilmar Mendes: conversa errada, no local errado
Magistrados dão carteiraço na Festa do Pinhão



Magistrados dão carteiraço na Festa do Pinhão
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Associação dos Delegados lança nota sobre envolvimento de autoridades no desvio de peças do depósito do Detran
Associação dos Delegados lança nota sobre envolvimento de autoridades no desvio de peças do depósito do Detran
BUNDÕES DA PSEUDO ESQUERDA
Essa ação de desqualificar a fonte e não levar em conta o mérito das denúncias é uma prática facista bem ao gosto desses bundões metidos a esquerdinhas. Tarefeiros, mão de obra manipulada a serviço de um grupo poderoso que tem como objetivo principal perpetuar-se no poder.
BUNDÕES DA PSEUDO ESQUERDA
Em entrevista, Gilmar confirma pressão de Lula
Confira o que disse o ministro em entrevista por telefone:
Leia a entrevista inteira. Beba na fonte.
Em entrevista, Gilmar confirma pressão de Lula
Secretário adjunto da Segurança é indiciado em inquérito policial

Secretário adjunto da Segurança é indiciado em inquérito policial
Judiciário: o escândalo se repete
Conta pro bonequinho aqui Jobim!!!!
Já o outro caso, esse não menos escabroso, foi o mega lobby desenvolvido por Luiz Henrique da Silveira para livrar-se da cassação do seu mandato por abuso de poder político, abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Um processo extremamente substancioso em provas e documentos que incriminava Luiz Henrique e já tinha três votos a favor da sua cassação no Tribunal Superior Eleitoral.
Nada mais disse e nada mais se falou.
Judiciário: o escândalo se repete
SC Saúde: só funciona no papel
SC Saúde: só funciona no papel
domingo, 27 de maio de 2012
A República caiu
O noticiário dos últimos dias mostra como a República Federativa do Brasil apodreceu. Afora algumas migalhas Keynesianas para conter a asfixia da desindustrialização, entre elas a redução do IPI na aquisição de automóveis, nosso sonho individual depois das carruagens e carroças medievais, as notícias revelam as gravações entre tudo e entre todos.
Um deputado federal catarinense já disse, em público, que quando alguém é submetido a “escuta” telefônica, descobre-se até o que a vítima não sabia.
A República está nas mãos de um cidadão chamado Carlos Cachoeira. Ele “grampeou” e foi “grampeado”. Tinha nas mãos um senador aparentemente exemplar. Um senador, antes promotor de justiça, cujo desempenho parlamentar dava esperanças e exemplo à nação.
De repente, surgem outros fatos de vital importância política. O professor Ildo Sauer, especialista em estratégias energéticas e diretor da Petrobrás, é demitido e anuncia: Lula, com conhecimento de Dilma, deram mais cinco poços à iniciativa privada. Um a mais do que FHC. Aquele da “privataria” como foi chamado então. Dois ministros dele, Pedro Malan e Ropolpho Tourinho foram assessorar Eike Batista, com ajuda de José Dirceu, outro híbrido.
O Eike Batista ficou bilionário com o que recebeu no pré-sal. E diz que não existe empresário competitivo no Brasil. Na Alemanha não duraria dois anos vendendo salsichas, muito menos produzindo salsichões. Sobre o Zé Dirceu não há o que falar. Um homem que esconde da própria mulher sua identidade, não é fiel nem a si. Logo, a nenhuma outra ideia.
Por último, estas conversas reservadas entre o Lula e o ministro Gilmar Mendes, no escritório de Nelson Jobim, apontando a necessidade de adiar a votação do chamado “mensalão” no STF, em nome da estabilidade política nacional, usando como argumento Berlim.
Ora Berlim é capital da Alemanha, hospeda a estudante filha do ministro e é naquele país que nasceu a senhora Jutta Fuhrken, mãe do Eike Batista.
Estão desviando o foco da conversa com se diz da rotina jornalística. A questão não está em Berlim ou na Alemanha.
A questão está na Petrobrás, na Agência Nacional do Petróleo, no Senado Federal, no Supremo Tribunal Federal e na Presidência da República.
Quando os Três Poderes e a maior empresa brasileira se juntam por vias transversas, ou é tudo mentira, ou República caiu.
Vivêssemos no parlamentarismo, as eleições seriam para daqui a trinta dias.
A República caiu
Ministro do STF acusa Lula de pressioná-lo para adiar julgamento do "mensalão"
Leia a Veja aqui.
Ministro do STF acusa Lula de pressioná-lo para adiar julgamento do "mensalão"
Foto de domingo
Foto de domingo




















