A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), junto com a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), assinou nesta quinta-feira (06/08) uma nota pública defendendo a exigência do diploma em Jornalismo para o exercício da profissão. Pelo documento, elaborado durante o 2º Encontro de Jornalistas das Associações Filiadas à AMB, as duas entidades “renovam o compromisso com a construção de um conjunto de normas regulamentadoras da profissão de jornalista, com a exigência de curso superior”. “Temos compromisso com o Judiciário e as prerrogativas e direitos dos magistrados, mas também com a democracia. Vivemos um momento de reflexão sobre temas como censura e dispensa do diploma de jornalismo”, afirmou o presidente da AMB, Mozart Valadares Pires.
domingo, 9 de agosto de 2009
AMB defende volta da exigência do diploma de Jornalismo
170 anos do surgimento da fotografia
Marc Ferrez foi um fotógrafo franco-brasileiro. Retratou cenas dos períodos do Império e início da República, entre 1865 e 1918, sendo que seu trabalho é um dos mais importantes legados visuais daquelas épocas. Suas obras retratam o cotidiano brasileiro na segunda metade do século XIX, principalmente da cidade do Rio de Janeiro, então capital brasileira. Há fotos da floresta da Tijuca, da praia de Botafogo, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, da ilha das Cobras, focadas nas imagens urbanas de uma cidade que começava a se expandir, num período anterior à reurbanização empreendida pelo prefeito Francisco Pereira Passos, no início do século XX.
A despeito de a produção de retratos ser mais rentável e escolhida pelos demais fotógrafos da corte ele preferia fazer vistas e fotos de paisagens do Brasil. Preocupava-se também em aprimorar seu ofício, e por este motivo interessava-se pela física e pela química, e colocava-se a par das últimas novidades técnicas importando equipamentos da Europa.
Marc Ferrez foi o único profissional de fotografia que recebeu o título de "Photographo da Marinha Imperial", em 1880.
Participação de Dario de Almeida Prado Jr.
170 anos do surgimento da fotografia
O Mário foi morar na casa do Cesar


O Cesar Valente resolveu levar o amigo e colega de profissão Mário Medaglia para morar na casa dele. São colegas de muitos anos, já trabalharam juntos e o Mário, pelo que soube, estava se sentindo meio apertado em sua humilde casa. Amigo serve para isso: já que o Cesar tem uma bela casa, diria até uma mansão, resolveu convidar o amigo para ir morar em um lugar mais confortável.
Agora o Mário Medaglia está melhor acomodado no De Olho na Capital , o blog da turma do Cesar. Com essa união ganhou o Medaglia, o César e nós leitores e colegas blogueiros. Feliz convivência!
O Mário foi morar na casa do Cesar
DE MALABARES E OUTRAS ARTES
Por Olsen Jr.
O pensador espanhol Ortega y Gasset afirmou que “o homem é ele e suas circunstâncias”... Por dedução, cabe a nós formar estas circunstâncias humanamente. Lembrei disso agora a propósito de recente medida da prefeitura em se retirar das ruas os chamados malabaristas: aqueles que detêm certas habilidades manuais, e mediante dedicação e treinamento as transformam em arte, com isso arrecadam algumas moedas em cruzamentos e vias de grande fluxo de pedestres e automóveis.
O exercício de uma arte (qualquer que seja ela) em lugares públicos é tão antigo quanto a existência dos seres humanos organizados em sociedade. Óbvio, portanto, que o cultuador de algo que transcenda a ocupação dita natural de seus semelhantes, possa revelar seu próprio talento (quando existe um) em locais onde esse conhecimento e aptidão possam ser apreciados. Quanto mais gente puder admirar tal ato, maior o reconhecimento para o artista, e se puder ser remunerado, melhor. Trata-se de uma ocupação honesta como qualquer outra, com a diferença adicional de que dispensa ensino regular universitário, uma vez que não se criou ainda uma universidade capaz de criar virtuoses de qualquer espécie.
O gênio é quase sempre um inconformado com o que é convencional limitado por regras e métodos. Os pais de Albert Einstein foram recomendados a tirá-lo da escola porque ele não mostrava aptidão para assimilar o conhecimento básico oferecido pelo currículo.
O que move o administrador público de uma urbe a se preocupar com tal ocupação nas ruas? Sim, porque os argumentos, evocados para retirar os malabaristas dos entroncamentos, de que atrapalham o trânsito e ainda expõe em risco a própria vida, não vale para os vendedores de jornais, balas, santinhos, para os difusores de lojas com panfletos publicitários e também os divulgadores com portfólios de empreendimentos imobiliários.
O ex-prefeito de Nova Iorque, Rudolph Giuliani, aquele mesmo que se notabilizou por combater a máfia e posar de “presidente” após os atentados de 11 de novembro de 2001, fez o mesmo na cidade que administrava, mandou retirar toda e qualquer espécie de demonstração artística das ruas com o argumento de que os seus “artífices/artistas” não pagavam impostos. A indignação foi geral. Tem determinadas demonstrações do individualismo humano que uma metrópole assimila e absorve como parte de sua alma, de uma vida que pulsa no seu interior sem a qual ela, a cidade, não é o que é.
Foi andando em uma das ruas da Big Apple que um empresário descobriu o gênio da guitarra, Stanley Jordan que, aliás, já se exibiu em Florianópolis com enorme sucesso.
Soube pela imprensa que se “usou” a mesma argumentação na capital catarinense: proibiram-se os malabaristas e suas exibições porque não pagavam impostos. Well, então, se o artista resolvesse registrar uma “empresa” e pagar os impostos do seu ganho nos semáforos e sinaleiras da vida, então sua arte seria liberada para exibição?
Será que o dinheiro e sua arrecadação em forma de impostos é o que move a “genialidade” de nossos homens públicos? É, porque no presente caso, as outras condições para a proibição deles nas ruas, permanecem: “atrapalhando o trânsito... Pondo em risco a vida” e outros senões de igual inconformismo obtuso.
Mas o pior de tudo não é nada disso, é a total ausência de um projeto de gestão pública onde uma manifestação artística pudesse ser incorporada como um fenômeno humano natural e não como uma excrescência.
Aliás, excrescência é o que se tornaram alguns homens que ocupam cargos públicos.
DE MALABARES E OUTRAS ARTES
Simon apoiaria chapa Serra-Marina Silva
Simon apoiaria chapa Serra-Marina Silva