quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Inveja do Xeique

Hoje, passeando pelo centro antigo de Nizza, Avenue Jean Medecin, matei a minha inveja do xeique Mohamed Bin Harrit, aquele mágico marroquino que andou por Florianópolis e deu uma entrevista exclusiva para o pessoal do blog Temperos & Apimentadas.
O xeique falou sobre vários assuntos políticos e mundanos da nossa cidade. Fez previsões tipo:

- Vejo um futuro xadrez para o vice-governador Leonel Pavan

Mas de tudo o que disse uma coisa me matou de inveja: ele andou no metrô de superfície contruido pelo governador Luiz Boceli da Silveira (cadê os R$ 2.5 milhões governador? Isso vai dar cadeia hein?) e disse que esta foi a maior obra do governo do PMDB. Elogiou o conforto e a qualidade do serviço. E eu aqui sem poder desfrutar da relização da maior promessa de campanha do LHS e também do Dário.

Hoje tive a oportunidade de andar em um metrô de superfície de qualidade que imagino seja igual ao nosso daí de Florianópolis. Embora Nizza seja um cidade maravilhosa, preservada, sem monstrengos de concreto como Florianópolis, não tem um metrô de superfície que passe por uma ponte como a Hercílio Luz.

Ah! isso não tem!

Quando chegar de volta vou fazer o mesmo passeio do xeique e comparar os serviços. Sem dúvida o nosso deve ser melhor. Foi superfaturado já na promessa!

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Inveja do Xeique": Caríssimo Canga, hoje estive rapidamente em Nizza via Google Earth, para conferir o metrô de superfície que você faz referência no seu blog.
Na Avenue Jean Medecin, nº 29, em frente a galeria NICETOILE observei o “sujo” traçado que percorre o veículo e as duas estações (pontos de parada) existentes no dois lados dos trilhos.
Minha impressão é que elas mais parecem aquelas paradas de concreto usadas anteriormente como banco de reservas no Estádio da Ressacada, se comparados as nossas aqui de Florianópolis.
Noutro ponto dessa avenida tive também a oportunidade de conhecer o veículo metrô, claro externamente, e uma coisa que me chamou a atenção é que o mesmo trafegava com as “janelas” abertas.
Logo concluí que lá como cá no nosso antigo transporte coletivo também andam desligando o ár-condicionado para economia, afim de proporcionar a "tarifa social".
Nessa rápida visita também me chamou a atenção, que a limpeza pública, a assitência social, e a saúde animal dessa cidade (Nizza)também estão deixando a desejar.
Fiquei impressionado com a quantidade de sujeira e matinho nos trilhos do metrô de superfície na Avenue Jean Medecin, e a quantidade de pedintes nos semáforos, e de animais perambulando.
Gostaria de te apresentar fotos dessa incursão que fiz hoje (28/01/2010) aí por Nizza, mais não consegui inseri-las neste pequeno comentário.
Já de volta a Florianópolis posso lhe atualizar que nossa Ponte Hercílio Luz ja está pronta, e toda a iluminação de natal utilizada na avenida beira-mar, foi, num golpe inimaginável de extrema economia perpetrada por um administrador público, utilizada para o clareamento deste importante ponto turístico dos catarinenses.
Segundo informações técnicas “vazadas” para o “monopólio da informação do sul do Brasil”, este artefato eletrônico exibirá, quando o nosso metrô estiver passando, a palavra inglesa “GO”, viabiliza numa PPP com uma empresa de cartão de crédito. Fruto das inúmeras viagens internacionais custeadas pelos catarinenses.
Tudo licitado, auditado e autorizado pelo nosso glorioso Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina.
Aquelas “paradas” da Avenue Jean Medecin são biroscas quando comparadas as nossas estações climatizadas de Barreiros, do Canto ou mesmo a final, no Ingleses.
Coisa mais linda!
Você terá surpresas quando voltar.


Canga
Interessante comparativo. Para o próximo passeio sugiro um título mais atualizado: "O vovô no metrô", para não desperdiçar a rima.
Na "Temperos & Apimentadas" de amanhã teremos mais uma entrevista exclusiva com o xeique. Fala sobre a Casa da Marlene Rica e outras revelações bombásticas.
Abraços
Schneide

Wilmor Henrique deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Inveja do Xeique": Espero que o figura que está na bicicleta tenha picado a mula da linha, senão virou panqueca!

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Inveja do Xeique": Wilmor, o bonde tá indo e não vindo. Bonde em Nizza tem frente igual à traseira. Nunca viu?
Anônimo Alfa
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DIÁRIO DA PROVYNCIA II

Olá, camaradas, salve!
Well, com este texto já cheguei até a última sexta-feira...
Nessa, portanto, tudo volta ao seu ritmo...
É tem de manter essa rotina para o cérebro não atrofiar enquanto se espera para um vôo maior...
Um livro de contos, por exemplo...
A música está aí, explicada na crônica, acho...







A INFÂNCIA QUE NOS PERSEGUE

Por Olsen Jr.

(olsenjr@matrix.com.br)

Já está virando moda por aqui. Lugares públicos tocando discos de vinil. Pode ser bizarro num primeiro momento, mas é um diferencial. Sei disso porque não abri mão dos meus discos, tenho dois aparelhos para tocá-los e estou namorando um terceiro que vi em um antiquário.

O “Canto do Noel” é um boteco situado na Rua Tiradentes, no centro de Florianópolis, onde funcionava o “Pettit” e que volta a ser um ponto de intelectuais que resolveram dar um tempo no disque-me-disque do Mercado Público com o seu cheiro de peixe característico e os pedintes e bordejadores de sempre. Pois é, o “Canto do Noel” tem produzido alguns diferenciais, um deles é este, precisamente, você ouve grandes intérpretes nacionais, começando logicamente pelo que empresta o nome ao local, em discos de vinil, claro tem outros compositores brasileiros de qualidade, mas também a história ou parte dela é mantida com as imagens, fotografias, recortes de jornal emoldurados e dispostos nas paredes criando verdadeiros nichos de saudades onde se vê como essa cidade era bonita. Desde o casario antigo até uma população que parecia mais romântica e pacata. O fotógrafo Édio Melo certamente tem muito a ver com todo aquele acervo.

Parte da memória da cidade está ali naquelas paredes zelosamente guardada pelo carinho dos novos proprietários Edson e Sônia. O Rio de Janeiro e Florianópolis irmanadas por reminiscências, composições musicais, talentos e o que cada um dos clientes acrescenta com a própria experiência.

No Empório Mineiro no Boulevard da Lagoa da Conceição, outro lugar aconchegante, vejo o disco de vinil rodando no toca-disco de cor alaranjada onde o poeta Vinicius de Moraes e o violonista Toquinho acabam de cantar “Meu Pai Oxalá” que tinha sido uma das músicas da trilha sonora da novela “O Bem Amado”...

O disco terminou e continuou girando, a agulha acompanhava as voltas do vinil naquela faixa neutra que não tinha nada gravado nela e somente se ouvia o rodar do acetato. Ao invés de ir até lá e erguer a agulha, trocar o disco ou quem sabe por o mesmo para tocar novamente, fiquei observando o brilho da luz refletido no vinil rodando ali na minha frente e logo aquele aparelho é substituído pela eletrola lá de casa, em Chapecó quando os discos caiam um a um após tocarem naquele pino automático onde estavam empilhados (até cinco recomendavam os especialistas, para não arranharem uns com os outros)... E já não era mais o Vinicius de Moraes e sim o Billy Vaughn tocando “Look for a Star”. Composta por Buzz Cason, nascido em Nashville (Tennessee) e que passou a assinar com o psudônimo de Garry Miles e, em 1960 compôs a música que o consagraria.

“Look For a Star” que, aliás, está completando em 2010, 50 anos, era uma das preferidas da minha mãe. Também andei assobiando uma versão interpretada pelo Roberto Carlos “... Duas noites são teus lindos olhos, onde estrelas estão a brilhar, que ternura olhar mil estrelas, em teu olhar”...

Outro dia assisti ao filme “Circus of Horrors” e a trilha sonora era Look for a Star na composição original de Garry Miles, e viajei novamente ouvindo aquilo associado a minha infância enquanto lia um dos 30 volumes da obra do Karl May, naquela edição encadernada da Ed. Globo de Porto Alegre e que vinha em caixas retratando em maravilhosos bicos de pena os personagens e o mundo criado pela mente prodigiosa do escritor alemão que marcou a minha juventude (minha, do Fernando Sabino, do Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, entre outros)...

Num dos filmes do Harry Potter, a música Look for a Star também aparece de fundo, está muito impregnada na minha infância e parece que de muito mais gente...

Em fração de segundos lembro de tudo isso enquanto observo ainda o disco de vinil ali sem que ninguém tome uma providência, acredito que foram aquelas faixas girando que me transportaram, como uma máquina do tempo...

Alguém passou em frente e cortou o meu fluxo de pensamentos, mas ainda tive a sensação de ver por ali, a minha mãe com um pano tirando o pó de cima do móvel e afirmando que gostava muito daquela música!


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Andrino tirou Tijoladas do ar

Fico sabendo agora que o deputado Edson Andrino foi quem conseguiu tirar o blog Tijoladas do Mosquito do ar. O blog do Mosquito já estáfuncionando via blogspot. Clique e leia. (http://tijoladasdomosquito.blogspot.com/).

O Mosquito me comunicou agora, indignado, dizendo que descobriu que foi "o f..*!@#$^%&" do Andrino que, através de uma liminar da justiça conseguiu com que o Universo Online retirasse o blog do ar.
Tá virado num diabo. Pragueja e esperneia e não entende como isso pode acontecer.
Já falei várias vêzes com o Mosquito sobre esse tipo de jogo. Ele ataca e as pessoas se defendem. Como podem, cada um com suas armas. Sem dúvida que é surprendente uma ação de censura à imprensa partindo do Edson Andrino, companheiro de combate à ditadura e à censura de imprensa.
Mas ....é isso aí. Essa é a briga. Se o Mosquito está fazendo acusações infundadas ao deputado, existem várias instâncias para que isso seja esclarecido. Tentar calar um meio de comunicação não acho que seja o mais adequado para um político que se diz democrata.

Leia aqui a liminar que tirou o Tijoladas do ar.

Luiz Paulo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Andrino tirou Tijoladas do ar":
Parabéns EDISON ANDRINO, em nome de DÁRIO BERGUER, FERNANDO MARCONDES,GILMAR KNASEL,SAVEDRA,MARCIO SOUSA, ÍÇURITI,ROSALINO,IDELI SALVATI,GERSON BASSO,MANOEL DIAS,E PROMOTORR PÚBLICO TRAJANO.

Amilton Alexandre deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Andrino tirou Tijoladas do ar": Canga o Andrino não admite que chamo ele especulador imobiliário, um dos mentores da destruição da Ponta do Gravatá. O Andrino usa seu poder para conseguir facilidades na Prefeitura.
Andrino é escroque da política. Posa de democrata. Quer fechar meu blog. Não vai. Não adianta colocar seu filho para advogar contra mim nos processos do Knaesel e do Fernando Marcondes. Vou ao inferno para desmascarar esse político sem voto.
Se a Lagoa hoje é poluida é pela omissão desse político carreirista.
Andrino votou a favor do Código do desmatamento. Andrino apoio o governo corrupto do LHS em troca de emprego de deputado. Andrino não tem voto. É suplente. Deputado usado para fazer serviço sujo. Vota contra o povo na ALESC .

Amilton Alexandre
Tijoladas do Mosquito.
O blog que não cala e não tem medo de político sem voto
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CNJ declara vagos 7 mil cartórios

Vários cartórios foram declarados vagos pelo Conselho Nacional de Justiça no país, cerca de 7 mil, muitos daqui de Santa Catarina.

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Vale conferir !

Queridos amigos,
Estaremos cantando, eu e Verônica Kimura, no Jinga Bar, na Lagoa da Conceição, nesta 5a. feira, 28/Jan, a partir das 23 horas.
Nos acompanham Wagner Segura no violão 7 cordas, Chico Camargo no cavaco, Lê Souza no pandeiro e Dôga na percussão.
Venham curtir com a gente uma noite de bons sambas, com repertório de Tulio Piva, Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Noel Rosa, Chico Buarque, Paulinho da Viola, Paulo Cesar Pinheiro e outros bambas da nossa música!
Um beijo e até mais
Iara


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Primeira noite em Nizza


Queridos leitores,
acabo de chegar da minha primeira incurssão noturna em Nizza. Aí são as 00:28hs, aqui 3:30hs. Foi bom pero no mucho. Saí de casa às 2 da madruga depois de abrir a mala dos presentes para minha neta que só chegou hoje (a mala).
Frio seco, coloquei uma campera e me larguei em direção à Avenue Gambeta. Termina na Promenage des Angles, a beira mar daqui.
Na saida senti que a coisa não ia render muito. Sempre que viajo gosto de provar coisas do lugar como bebida, comida e relações humanas. Andar à noite, quando os puros estão dormindo, é uma excelente forma de conhecer uma cidade. Melhor ainda se não conheces o idioma. As pessoas se traem pelos gestos.
Bem, andei até a Rue de France e encontrei uma gordinha de preto, aqui todos usam preto no inverno. Fazia ponto na esquina. Perguntei:

-Hablás español?
- Sí, soy de Buenos Aires

Me senti em casa. Uma porteña, que na verdade era um porteño bem ajeitadinho, e que poderia me dar uma informação.
Queria saber onde, naquela hora, poderia tomar uma cerveja e ver gente. Me disse que era difícil mas que seguisse por Rue de France uns 15 minutos encontraria uma praça e que ao redor deveria ter algum bar aberto.
Engatei um primeira e larguei. Ninguém na rua. Encontrei a tal praça e apenas um pub estava aberto. Cheio de jovens na rua em frente. Tentei entrar mas o preço era 15 euros de consumação mínima. Não era para tanto. Perguntei sobre outro bar e me indicram algo como a três qudras de distância.
Sempre perguntava, em um francês sofrível, se era seguro. Na maioria das vezes não entendiam a pergunta. Jamais relacionavam com insegurança no sentido de assalto ou crime. Achavam que eu queria confirmação "segura" da informação. Não existe a paranóia de andar de noite pelas ruas de Nizza.
Bem, não encontrei nada aberto. Logo avistei um caminhão de lixo naquele frenessi habitual de correria, gritos e arrancadas em primeira marcha.
Só fiz o gesto e perguntei:
- beer?
Eles que andam por todas as ruas saberiam me dizer se existia algum bar aberto. Não existia!
Puêrra! É pior que o Campeche!
Tudo bem, voltei para casa pela Promenage des Angles. De repente...um cassino!!!!
A noite estava salva!
Entrei e falei:
- Je sui brasilian

Me pediram o passaporte e entrei. Algumas mesas de roleta, duas de bacará (blanco y negro) e uma infinidade de maquininhas caça níqueis. Tava feita festa.
Bobagem. Máquinas sem nenhum sentimento. Mecânicas, apenas mecânicas. Diferentes dquelas que o Içuriti Pereira mantinha em Santa Catarina, controladas pela Codesc e que bancou campanhas políticas do PMDB.

Aí em SC ao menos se colocava créditos na máquina e dava o start e travava uma coluna duas ou todas. Tinhas a sensação de que estavas jogando. Daí o velho ditado de jogador:
Se perdendo é bom imagina ganhando!

É claro que jogo bancado ganha a banca. Mas "interagir" com máquina é parte emocional e importante da perca. Não gostei da, digamos, franqueza do cassino. Achei de um frieza atroz.
Quando estava saindo e fui pegar a minha campeira no chapeleiro vi uma foto grande de um senhor na parede. Perguntei a um dos seguranças quem era.
Me respondeu em francês e não entendi direito. Percebi que se esmerava em falar sobre o personagem com certa ternura.
Percebendo que eu não estava entendendo, captva apenas a emoção, a senhora que me alcançou a campeira me disse:

- Le big boss!

- Ah! O dono? perguntei.
E os dois ao mesmo tempo fizeram gestos de que sim, era o dono, mas estava morto. O porteiro, mais bronco, colocou as duas mãos ao lado do rosto e fez gesto como se ele estivesse dormindo. A senhora me explicou que já tinha morrido.

Tudo isso com uma certa ternura pelo patrão. Ternura que não encontrei nas máquinas.

Alfa deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Primeira noite em Nizza":C,est vrai, mon cher Canga. Pior que uma noite no Campeche, só outra noite no Campeche. Dizem que Saint Exupery nunca conseguiu passar mais de uma noite aqui. Mas um verdadeiro campechano é um forte, como diria Euclides. Nós resistimos aos maus turistas que povoam nossas dunas de latinhas vazias e outros quetais, resistimos às noches tristes, mas jamais desistiremos. Salut les copains a Nizza!

Anônimo Alfa

Paulão deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Primeira noite em Nizza": Nada como um Jornalita 'em campo'. DU CARAGLIO, 'mon ami'.Canguita, meus conhecimentos de francês são patéticos (e dá-lhe os sêbos da Rua Riachuelo no centrão velho de POA me socorrendo em Filosofia do Direito e outras sendas menos confortáveis), mas podes arriscar algo assim: Est-il sûr de s'y promener à cette heure? Combien de temps y aller à pied? Il est calme ou occupé? É seguro caminhar até lá a esta hora? Quanto tempo de caminhada até lá? É tranquilo ou agitado? E PARA FINALIZAR: chienne qui a donné naissance = Puta que os Pariu. Paulão, uma última vez mais Les Paul em homenagem à netinha, também a Quai de la douane - um dia te mostro um conto 'nascido' nessa marina.

PS é phlóda: Tem um estacionamento em frente ao cais da duana, tinha uns butecos franceses. É só contornar o morrinho ao final da Promenage de Angle, seguindo em direção ao porto. Se a conversa for mais séria para o bolso recheado de euros, no cais, mais a frente tem um restaurante pequenino chamado La Zucca Mágica, um vegetariano que faz - quase - esquecer os pecados da carne - cuidado com o preço do vinho). Mais à frente, entrando à esquerda na Rue Cassini tem um italiano legal: L Altra Bottiglia - nesse a comida é de lamber os beiços e tem tudo quanto é tipo de vinho. Santé et de la célébration!!!)
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Justiça mela contrato de R$ 15 milhões da Celesc com empresa inidônea e a imprensa tradicional ignora

Tá lá no site do TJ:

A Câmara Civil Especial do Tribunal de Justiça, em decisão do desembargador substituto Luiz Fernando Boller, acatou pedido formalizado pela Sadenco-Sul Americana de Engenharia e Comércio Ltda. e concedeu efeito suspensivo em agravo de instrumento para determinar a imediata suspensão da licitação promovida pela Celesc Distribuição S/A, no valor de R$ 15 milhões, com o objetivo de contratar empresa especializada para execução das obras civis e montagem eletromecânica das subestações de Navegantes, São José do Sertão, Joinville-Paranaguamirim, além da ampliação da subestação Joinville.

Na decisão, Boller destacou que a vencedora do certame – Santa Rita Comércio e Instalações Ltda – foi declarada inidônea pela município de Balneário Camboriú em processo anterior, proibida desta forma de contratar com qualquer membro da administração pública, assim entendido em sentido amplo. Esta vedação, segundo o magistrado, além de previsto na própria Lei nº 8.666/93, encontra amparo em entendimento jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça, com o objetivo de tornar o processo licitatório transparente, assim como evitar fraudes e prejuízos ao erário público catarinense (Agravo de Instrumento nº 2010.000327-2 ).

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Justiça mela contrato de R$ 15 milhões da Celesc c...": ò Canga se a Santa rita não pode entrar em concorrência pública, porque a mesma está construnindo a nova linha de transmissão de energia para o norte da Ilha,?????....istranhoooooo

Flavio Tessari deixou um novo comentário sobre a sua postagem "LHS divulga viagem à Europa no twitter": Canga é vergonhoso o Blog do Moacir Pereira (DC), onde todas as postagens contra os patrocinadores do jornal não são publicadas (a manipulação da mídia é vergonhosa). Hoje o comentario sobre o tema "Pedido já foi - quarta-feira 27 de janeiro de 2010 às 17h10" que fala sobre o pedido de autorização do tribunal de justiça para decidir sobre a denúncia do Ministério Público contra o vice-governador Leonel Pavan foram deletados (nenhum comentário era ofensivo). Isto acontece sempre nas mídias da RBS, deletam as publicações ou não publicam (não sei se o Moacir é o censor). Minhas postagens nunca são publicadas e o meu email esta na lista negra (fui diretor da UFECO). Meu texto apenas corrigia que o vice-governador Leonel Pavan também era indiciado, não só no envolvimento da prática de corrupção passiva e advocacia administrativa, como também na quebra de sigilo funcional, já que o Moacir esqueceu de citar. Acho que é bom lembrar que o suspeito também é acusado em três operações da Polícia Federal, sobre lavagem de dinheiro do narcotráfico, corrupção e fraudes em licitações milionárias.

Cangablog: Caro Flávio, já escrevi várias vezes sobre jornalistas que trabalham para empresas de comunicação. Não sei o que o Moacir Pereira pensa sobre o assunto, mas ele é funcionário da RBS e, mesmo que queira, não poderá escrever contra os interesses econômicos e políticos da empresa. Esse é o preço que tento não pagar. Ser independente e...duro.
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