quarta-feira, 3 de março de 2010

De leitor sobre reconstrução em SC

É um deboche a matéria estampada pelo AN de hoje (capa, páginas 14 e 15), relatando o drama da reconstrução de casas em Joinville.

Em síntese, quase 16 meses depois das enchentes de NOV/2008:

1- As casas contratadas pela COHAB/SC foram "malfeitas" (declaração da presidente da COHAB/SC - pág.14).
Não houve "fiscalização" durante a obra? Descobriram no final?!

2- Que descentralização é esta? Ou terá sido o resultado adverso da eleição de OUTUBRO/2008 que determinou que na MAIOR CIDADE do ESTADO a obra fosse "centralizada" pelo governador???

3.- Pela leitura dos casos relatados pela jornalista, cabe uma COMISSÃO PARLAMENTAR EXTERNA para saber QUANTAS casas foram concluídas, em Joinville, Blumenau e demais municípios atingidos pela enchente de nov/2008! O PFL está criando uma comissão itinerante para auditar o andamento das obras do PAC. POR QUE NÃO FAZER algo semelhante somente em termosde casas da reconstrução???!!!
A humilhação por que estão estão passando os atingidos é desumana!
Não podemos nos omitir!

PS: A declaração da presidente da COHAB (pág. 15), "nova previsão é só para daqui a seis meses" é o "FIM"...

Comparar com 1983 e 1984 seria importante!

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Cacau Menezes lê o Cangablog

Agora estou me achando! Emplaquei a coluna mais lida de Santa Catarina.
Abaixo nota publicada hoje no Diario Catarinense:

Ato de nobreza
Cacau foi pego de surpresa, ontem, com um texto a seu respeito assinado pelo jornalista Sérgio Rubim e publicado no seu blog, o Canga, que, sinceramente, me deixou como que se tivesse ganho na loteria. Espontâneo, sincero e cheio de carinho, Rubim deu um tapa de luva em quem se sente impotente para elogiar um colega ou dele só procura os defeitos. Seu artigo, ontem, foi um ato de nobreza. Um ato de caridade. Não tem preço. Sérgio Rubim é um jornalista com história na cidade, antenado, politizado e, sobretudo, como deveriam ser todos que abraçam essa profissão, corajoso e livre para opinar. E, quando necessário, elogiar.
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Dinheiro vivo não fala


Essa história do presidente da Casan, Walmor De Lucro, de que o dinheiro encontrado na lixeira do seu gabinete na empresa seria para pagar um "reforço" na compra de um apartamento no Estreito é bem estranha!

Ah tá! Quer dizer então que o Walmor paga apartamento com dinheiro vivo???!!!!

Quem faz pagamento com dinheiro vivo? Só quem tem dinheiro frio.

O presidente da Casan está investido em empreendimentos de alta valorização, provavelmente na região da nova Beira Mar do Estreito. O Estreito é a bola da vez dos investidores de Florianópolis.

Segundo informações do delegado Renatão do Deic para o blog Tijoladas, o dinheiro tinha sido sacado do banco.

Da conta de quem delegado?
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