“Eu vi o que você fez safado, eu vou te matar vagabundo, eu tô de olho em você. Já sei onde tu mora, seu pilantra”, dizia em torno das 20h de quinta-feira (13/1). Minutos depois, uma nova nova mensagem foi enviada, incluindo novas ameaças a familiares do blogueiro Luis Cardoso. “Tu leu. Te prepara, eu já sei onde tu te esconde”. Leia mais. Beba na fonte.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Jornalista é ameaçado de morte
O jornalista Luis Cardoso recebeu seguidas ameaças de morte após publicar textos sobre o pedido de prisão do prefeito Manoel Mariano de Souza, da cidade maranhense de Barra do Corda, que está foragido. Responsável pelos posts, Cardoso foi pela primeira vez ameaçado por telefone, uma ligação feita via web.
“Eu vi o que você fez safado, eu vou te matar vagabundo, eu tô de olho em você. Já sei onde tu mora, seu pilantra”, dizia em torno das 20h de quinta-feira (13/1). Minutos depois, uma nova nova mensagem foi enviada, incluindo novas ameaças a familiares do blogueiro Luis Cardoso. “Tu leu. Te prepara, eu já sei onde tu te esconde”. Leia mais. Beba na fonte.
“Eu vi o que você fez safado, eu vou te matar vagabundo, eu tô de olho em você. Já sei onde tu mora, seu pilantra”, dizia em torno das 20h de quinta-feira (13/1). Minutos depois, uma nova nova mensagem foi enviada, incluindo novas ameaças a familiares do blogueiro Luis Cardoso. “Tu leu. Te prepara, eu já sei onde tu te esconde”. Leia mais. Beba na fonte.
A importância das secretarias regionais
Do blogueiro lageano, Edson Varela
A atuação de terceirizados e de um grupo de cinco servidores efetivos impede que a SDR de Lages esteja uma verdadeira tapera. Todos os comissionados foram exonerados no final de 2010 e apenas Juarez Mattos cuida das coisas da Secretaria como interino. Os comissionados da gestão anterior, se retornarem, será apenas depois de 15 de fevereiro. Mas há quem fale que as nomeações podem sair apenas depois do carnaval.
A importância das secretarias regionais
CHIMARRÃO E BANANAS FRITAS
Por Olsen Jr.
A seção de cartas do leitor às vezes revela assuntos “palpitantes” como este. Ocorre que estamos bulindo com hábitos e costumes e isso, igualmente, é muito pessoal e decorrente de uma cultura vivenciada por este ou aquele e que também possui o seu nicho próprio.
O que favorece a rusga é a nossa posição de juiz, de arbitrar o que é “certo” ou o que é “errado” num comportamento. Temos as regras da etiqueta que socializam o quanto possível alguns hábitos, mas isso só vai até o estereótipo. Uma normalização estipulando o que um indivíduo deveria tomar ou comer no café da manhã ou mesmo no almoço ou jantar e que fosse estendida a todas as pessoas seria ridícula. Ah! Sem contar o que se consome entre uma refeição e outra e no caso do chimarrão até antes da primeira refeição do dia, ou do almoço, ou no final de tarde.
As pessoas, isso é lógico, assimilam no comportamento, hábitos que fazem bem, que nos deixam em paz com o “cosmos” e levam estes hábitos para onde for. É o que se conhece como transplante de cultura, tomando-se aqui a cultura em sentido sociológico significando modo de vida, comportamento, costumes...
Uma cultura nunca é imposta apenas assimilada. Tampouco, tem a ver com política ou execução de leis. Hábitos e costumes são subprodutos de referências, exemplos pobres originam imitações paupérrimas, o que naturalmente, não justifica e nem redime a insolência de um país cretinizado pelas elites e elitizado pela cretinice: tudo é Brasil.
O chimarrão é uma maneira tão boa quanto qualquer outra de você se encontrar com você mesmo ou de compartilhar a solidão com outras pessoas. Afirmar que é anti-higiênico é de uma pobreza que não vale a tinta que se gasta para mencionar a inconveniência da observação.
E a banana frita? Quem não gosta de uma banana frita? Se você estiver com muita pressa, o que te impede de levar esta guloseima e comer pelo caminho? Não se faz isso com churros ou sorvetes? O que se pede e se espera é que o comensal após desfrutar do seu prazer jogue a embalagem, o guardanapo ou o que se constitua o resíduo do que consumiu, em uma cesta de lixo, só.
A seção de cartas do leitor às vezes revela assuntos “palpitantes” como este. Ocorre que estamos bulindo com hábitos e costumes e isso, igualmente, é muito pessoal e decorrente de uma cultura vivenciada por este ou aquele e que também possui o seu nicho próprio.
O que favorece a rusga é a nossa posição de juiz, de arbitrar o que é “certo” ou o que é “errado” num comportamento. Temos as regras da etiqueta que socializam o quanto possível alguns hábitos, mas isso só vai até o estereótipo. Uma normalização estipulando o que um indivíduo deveria tomar ou comer no café da manhã ou mesmo no almoço ou jantar e que fosse estendida a todas as pessoas seria ridícula. Ah! Sem contar o que se consome entre uma refeição e outra e no caso do chimarrão até antes da primeira refeição do dia, ou do almoço, ou no final de tarde.
As pessoas, isso é lógico, assimilam no comportamento, hábitos que fazem bem, que nos deixam em paz com o “cosmos” e levam estes hábitos para onde for. É o que se conhece como transplante de cultura, tomando-se aqui a cultura em sentido sociológico significando modo de vida, comportamento, costumes...
Uma cultura nunca é imposta apenas assimilada. Tampouco, tem a ver com política ou execução de leis. Hábitos e costumes são subprodutos de referências, exemplos pobres originam imitações paupérrimas, o que naturalmente, não justifica e nem redime a insolência de um país cretinizado pelas elites e elitizado pela cretinice: tudo é Brasil.
O chimarrão é uma maneira tão boa quanto qualquer outra de você se encontrar com você mesmo ou de compartilhar a solidão com outras pessoas. Afirmar que é anti-higiênico é de uma pobreza que não vale a tinta que se gasta para mencionar a inconveniência da observação.
E a banana frita? Quem não gosta de uma banana frita? Se você estiver com muita pressa, o que te impede de levar esta guloseima e comer pelo caminho? Não se faz isso com churros ou sorvetes? O que se pede e se espera é que o comensal após desfrutar do seu prazer jogue a embalagem, o guardanapo ou o que se constitua o resíduo do que consumiu, em uma cesta de lixo, só.
Em público só é ruim fazer sexo, imagino. Agora, já desgarrado de alguns hábitos sem poder compartilhar a cuia de mate, ou de ter a dona Nica, minha mãe, para fazer uma bananinha frita antes de ir para a escola, só me restou o espumante que bebo quando estou triste, quando estou alegre, quando estou sozinho, quando estou acompanhado, para celebrar ou apenas para mostrar que estou vivo, afinal, como lembrou o jornalista Zózimo Barroso do Amaral, “Enquanto houver champanhe, há esperança.”
CHIMARRÃO E BANANAS FRITAS
Visita
O que estariam fazendo na Celesc hoje o conselheiro Júlio Garcia e o ex-diretor financeiro da Celesc. Alguma diligência do Tribunal de Contas?
Visita
PARTIDO DA REFORMA POLÍTICA
Por Edison da Silva Jardim Filho
Não vai ter reforma política! Nem uma cosmética, e, muito menos, a que deveria vir para colocar o Brasil, realmente e enfim, nos trilhos de uma democracia verdadeira, substituindo a de faz-de-conta que temos hoje.
A reforma política de que o país necessita, coisa que os presidentes da República, Fernando Henrique Cardoso e Luis Inácio Lula da Silva, tiveram a oportunidade concreta de realizar, haverá de colocar o dedo em feridas abertas e purulentas desde a Constituição Federal de 1988. Lembram-se do presidente da Assembleia Nacional Constituinte, o deputado Ulisses Guimarães, esgrimindo o texto constitucional que acabara de ser promulgado, e proclamando tratar-se da “Constituição Cidadã”? A tal da “Constituição Cidadã” que acenou, para os cidadãos e trabalhadores comuns brasileiros, com direitos dos cidadãos e trabalhadores comuns da Suécia, Inglaterra, Noruega, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, França, etc., e, para a classe política brasileira, com direitos e benesses que os políticos desses países ricos e desenvolvidos do mundo não têm.
Os direitos constitucionais dos cidadãos e trabalhadores comuns brasileiros são meras declarações de boas intenções da pátria, como, somente para exemplificar, os “direitos sociais” inscritos no artigo 6º da Carta Magna: “a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados”; e a prática da democracia direta, através dos instrumentos do plebiscito, referendo e iniciativa popular (art. 14). Mas os direitos e benesses da classe política brasileira são bem concretos e nós, cidadãos e trabalhadores comuns, conhecemos ou deveríamos conhecer muito bem. A lista deles é interminável e, a cada dois anos, nós, cidadãos e trabalhadores comuns brasileiros, comparecemos às seções eleitorais para votar com um travo de tristeza e desesperança a crispar-nos a alma, pois não fazemos com isso senão cristalizar e perpetuar o domínio das nossas instituições públicas por uma classe política que se aprofunda, sem quaisquer pudores e limites, nos vícios e mazelas que a norteiam.
Na última semana, os jornais publicaram notícia dando conta de que os deputados federais e senadores, durante a votação do Orçamento de 2011, na Comissão Mista do Orçamento, turbinaram a verba atribuída ao Fundo Partidário, o que resultou no valor de R$ 265 milhões oriundos do erário federal, para o fim de os partidos políticos quitarem as dívidas das campanhas eleitorais. O valor total da previsão para o Fundo Partidário ficou em R$ 301 milhões, sendo R$ 265 milhões com origem no Orçamento da União e R$ 36 milhões decorrentes de pagamentos das multas eleitorais. Os valores referentes ao Fundo Partidário podem ser usados para custear as sedes e pagar os empregados dos partidos políticos, além de- pasmem!- saldar os seus compromissos eleitorais.
Não haverá reforma política, nos próximos quatro anos, porque, também segundo informação veiculada recentemente pela imprensa escrita, a presidente Dilma Rousseff considera que as reformas estruturais tomarão muito tempo e consumirão muita energia do seu governo. Assim, a reforma política será deixada ao alvedrio dos deputados federais e senadores. Para resumir a ópera: desse mato, jamais irá sair algum coelho! E isso, há somente dezessete dias da leitura do discurso de posse pela presidente Dilma Rousseff, no qual se encontrava escrito o seguinte parágrafo: “Na política é tarefa indeclinável e urgente uma reforma política com mudanças na legislação para fazer avançar nossa jovem democracia, fortalecer o sentido programático dos partidos e aperfeiçoar as instituições, restaurando valores e dando mais transparência ao conjunto da atividade pública.”
Pelo jeito, às “queridas brasileiras e queridos brasileiros” de bem só restaram dois caminhos: ou- à la Nelson Rodrigues- “sentarem no meio fio e chorarem lágrimas de crocodilo”, ou reunirem forças desesperadas para fundar e pôr em ação o Partido da Reforma Política- PRP. Mas a melhor alternativa, que seria a última delas, infelizmente não é viável. É que já existiu, em nosso país, um partido com a sigla PRP (Partido Republicano Progressista), cujo fundador, em 1946, foi Ademar de Barros, justo o político paulista que inspirou o slogan de campanha eleitoral: “Rouba, mas faz”.
PARTIDO DA REFORMA POLÍTICA
A sujeira da AFLOV
![]() |
| AFLOV: total descaso com o contribuinte |
Continua a esculhambação na Associação Floranopolitana de Voluntários (AFLOV). Alvo de várias denúncias na imprensa local, a AFLOV continua sendo a grande caixa preta a ser aberta pelo Ministério Público. Entidade sem nenhuma transparência, funciona como a Zona Azul, outra caixinha manipulada pelo itinerante prefeito Dário Berger.
Ali não existe prestação de contas dos contratos de trabalhos e muito menos concursso para a admissão dos "smurf's". Local certo para falcatruas, desvio de dinheiro público e colocação de apaniguados políticos.
Tempos atrás o vereador João Amin fez um pedido de informações à Prefeitura para saber o volume de dinheiro arreacados pelos estacionamentos da AFLOV e para onde vai esse dinheiro. Pelo jeito não aconteceu nada.
Mas o que mais chama a atenção é o relaxamento (porquidão) dos administradores do estacionamento da Aflov perto do Mercado Público. Para estacionar ali é preciso fazer um verdadeiro rally. Está tudo esburacado e dia de chuva fica intransitável. Ô gente suja essa!
http://floripamanha.org/2010/ 05/o-enterro-do-aterro/
JEAN PIERRE :)
LesPaul deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A sujeira da AFLOV": Off Topic (mais ou menos) - ESTARRECEDOR (nem tanto...) Caro Canga, sem entrar no mérito do transporte marítimo que pretende ligar a Ponte do Aririú ao Pontal em Palhoça, que repete licitação para o mesmo modelo entre Guaiba e Porto Alegre, o prefeito dario berger indagado sobre o mesmo disse textualmente no JA da RBS: ~Além de economicamente inviável ia ligar O NADA ao LUGAR NENHUM". Caraglio, o prefeito diz que a Ilha é o NADA e o Continente é o LUGAR NENHUM??? Ou vice-versa??? E ainda elegem esse escropanta pra administrar nosso caótico pedaço por 08 anos... QUE MERDA!!! LesPaul
J.P. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A sujeira da AFLOV":Quando Konder Reis assumiu o governo (1975-1979), contratou o paisagista Burle Marx para fazer um parque, inspirado no Aterro do Flamengo, do Rio. As obras começaram, mas, deste projeto, sobraram apenas resquícios do que seria o aterro da Baía Sul. Na idéia do paisagista, o bem-estar das pessoas e uma bela paisagem estariam em primeiro lugar.
Leia o artigo completo: http://floripamanha.org/2010/
JEAN PIERRE :)
LesPaul deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A sujeira da AFLOV": Off Topic (mais ou menos) - ESTARRECEDOR (nem tanto...) Caro Canga, sem entrar no mérito do transporte marítimo que pretende ligar a Ponte do Aririú ao Pontal em Palhoça, que repete licitação para o mesmo modelo entre Guaiba e Porto Alegre, o prefeito dario berger indagado sobre o mesmo disse textualmente no JA da RBS: ~Além de economicamente inviável ia ligar O NADA ao LUGAR NENHUM". Caraglio, o prefeito diz que a Ilha é o NADA e o Continente é o LUGAR NENHUM??? Ou vice-versa??? E ainda elegem esse escropanta pra administrar nosso caótico pedaço por 08 anos... QUE MERDA!!! LesPaul
A sujeira da AFLOV
Assinar:
Postagens (Atom)



