sexta-feira, 15 de abril de 2011

Gaivota e ouro

Foto de Luiz Bonfá, médico anestesiologista de São José de Rio Preto (SP). Foi feita na maravilhosa tarde de terça-feira do deck do Restaurante Pitangueiras, na Ponta do Sambaqui.

L.P. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Gaivota e ouro": Naquela tarde, eu também estava lá e presenciei o magnifico pôr do sol nas águas tranquilas da baía norte.
A foto faz jus as cores encantadoras daquele belo dia.
Abr
Luiz Carlos Padilha 

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Ministério da Pesca

Tá lá no Claudio Humberto
 
Peixe frito Pifou o ar-condicionado no prédio do ministério da Pesca, alugado por R$ 575 mil mensais. Os servidores levam ventiladores de casa, mas não podem espalhar: agora só podem mandar seis e-mails por dia. 


Aqui em Florianópolis a filial do ministério estava fechada ontem "por motivos técnicos". O ministério tá abaixo de tempo ruim, pelo jeito.
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Rio in bianco e nero

Ensaio em PB de Milton Ostetto. Tem mais lá!
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Bakunin e os Antúrios


 Estava atrás do Bakunin esta manhã e o encontrei entre os Antúrios da mãe. Da mãe porque foi ela quem me presenteou. Faz uns bons anos que trouxe estes Antúrios de Quaraí. Plantei-os em baixo do pé de Abacate que tenho no jardim da entrada de casa. Nuca deixaram de dar flores. Em todas as estações está florido. Algumas vêzes mais, outras menos, mas sempre floridos. Gostou do lugar. O Bakunin também gosta do lugar. Está sempre na volta.

Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Bakunin e os Antúrios": O camarada Bakunin se parece com um soldado do Czar: atento à entrada do palácio. Por certo, nenhum forasteiro entra sem o seu consentimento ou anúncio.  

Canga: É verdade Augusto, mas o cara tá mais para agente da Stasi alemã. Todo atento e perfilado.

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Ilha De Santa Catarina através do tempo

Durante os séculos XVII e XVIII, a Ilha de Santa Catarina foi visitada por navegadores de diversas nações que registraram sua passagem com imagens, mapas e relatos.
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Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Ilha De Santa Catarina através do tempo": Um resgate interessante da ilha da magia. Parabéns aos autores.
Para lembrar: hoje é feriado em Rio do Sul, a capital do Alto Vale, comemorando 80 anos de emancipação política.


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Florianópolis restaura prédio histórico e valoriza a cidade

Matéria postada originalmente em 20 de janeirode 2011


Recuperação do imóvel durou dois anos e revelou detalhes curiosos.
Prédio da antiga Academia do Comércio reabre nesta segunda-feira em Florianópolis

Jacqueline Iensen (DC)
Imóvel vai abrigar a Academia Catarinense de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico

A Casa José Boiteux, antiga Academia do Comércio, em Florianópolis, reabre nesta segunda-feira depois de dois anos em obras de restauração. O prédio é tombado como patrimônio histórico pelo município e a recuperação, que custou R$ 2,5 milhões, foi custeada pelo governo do Estado.
O imóvel vai se transformar em centro cultural e abrigar a Academia Catarinense de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. Construída entre os anos de 1921 e 1923, a edificação tem 26 salas e mescla estilos arquitetônicos.
Na portas, os lírios moldados no ferro têm inspiração art nouveau, as janelas seguem estilo português, a fachada tem linhas retas. A estrutura do prédio é equilibrada: foi construída no centro do terreno e uma coluna central, de três andares, divide duas alas iguais.
A pintura está na cor original, o piso de madeira, que era de canela, foi todo refeito e a parte em pedra substituída por mármore preto. Apenas alguns recortes do piso em preto e branco, recobertos por vidro, são a lembrança do passado.
O restaurador Walter Corrêa, que passou quatros anos trabalhando em Barcelona, conta que teve que brigar para manter a restauração o mais próximo possível do original.
— Quando descobri os afrescos, algumas autoridades acharam que eu havia descoberto um problema. Até me pediram para mexer nas bordas da pintura, mas eu os convenci do contrário.
As paredes chegam a ter 90 centímetros de largura. Na ala esquerda, onde ficará a Academia Catarinense de Letras, há um recorte na parede que revela um dos recursos usados na década de 1920 para erguer um prédio: tijolos assentados sobre os trilhos de trem.

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Imperdível! Delicioso! É da Companhia!


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Galo inventa a manhã

Por Nei Duclós
Refém da madrugada, o galo forja a brasa da manhã. Seu canto, lance solitário, rasga a paisagem. O esforço trava na garganta exausta. Cercada pela indiferença, a sentinela se alimenta de dúvidas. É um mistério que ainda se entregue ao ofício. Poderia abaixar a crista e insistir no sonho, mas prefere ser garimpeiro de brita. Romper os dias que nascem escuros nas promessas, se transformar num adivinho de tocaias, enfrentar pânicos ameaçados por ciclones, molhar-se em súbitas tempestades. Nem sempre o ano tem a sorte de ser maio.

O galo é a impaciência que vem a furo. Não confia, não desiste, não delega. Ignora as luzes artificiais que tentam mascarar o tombo do abismo sobre o mundo. Não deixa que permaneça impune a mudança do dia para o poço que torna a criação indistinta. Tudo se confunde ao redor.  Há submissão, enquanto se instala a certeza de que não veremos mais a separação entre o morro e a lua, a rã e a coruja. Quando tudo dorme, é comum perder a esperança, acostumar-se ao luxo de esquecer.

Talvez seja a memória que torne o galo prematuro. Ele se recorda e arrisca uma conversa com o destino, num jogo mortal de cabra-cega. Os duendes ocultos repetem histórias de assombração, tentando dobrar o teimoso. Há um desespero no peito, que vomita a insubordinação. Ainda é cedo, no entanto. O breu não sucumbe ao primeiro intruso. Leia tudo. Beba na fonte.

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