terça-feira, 3 de maio de 2011

Revista NAIPE desvenda o Planeta Prates

A revista NAIPE chega a sua edição número 5. Irreverente, publica um perfil do controverso e polêmico Luiz Carlos Prates. As fotos conseguidas pela rapaziada do pop inteligente estão impagáveis. Prates vai virar cult!

 Avesso a bermudões, Prates faz concessões à tigela de açaí e, aos 68 anos, leva suas velhas ideias ao SBT
    Como ser diferente no mundo dos iguais. É o que promete uma das palestras de Luiz Carlos Prates, e o que demonstra o próprio de mocassim, calça jeans, camisa e revista Exame sob o sol das 16h30 na praia do Campeche.
    É verão, uma sexta-feira. O céu aberto tem poucos rasgos de nuvens, mas o vento, com força para predominar no áudio do gravador, ameniza o bafo de verão. 

     Na verdade Prates está no Riozinho, o trecho mais pop do Campeche, os metros de areia mais sunga branca, biquíni pequeno, empanado-açaí-futevôlei de Florianópolis. No principal estacionamento do Riozinho se apresentara Ben Harper em recente festival da Skol. “Odiei-o”, estilinga Prates, que não foi ao show mas compara o cantor americano a uma arte moderna pouco entendida, muito aplaudida. Como os leitores, ouvintes e telespectadores assíduos do psicólogo por formação, jornalista por vocação Luiz Carlos Prates sabem, apontar alegrias forçadas em natais, festivais, carnavais e que tais é uma das canções recorrentes do seu repertório.
    Falar em canções. “Hoje as letras são vulgares, ‘vou dar uma fugidinha com você’. O que é ‘dar uma fugidinha com você’? A intenção do cara é outra, ora bolas.”
“Você conhece Los Hermanos?”
“Esse nome não me é estranho. Mas só pelo nome já me gusta. Los hermanos me leva para uma letra espanhola. Tem isso?”
“Não. São cariocas.”
 
“Ah, então são farsantes. Sou contra.”

    Prates é fã de Lupicínio Rodrigues, de música clássica e do canal easy listening da Sky. Quando compra CDs, usa, usa e joga fora. Não baixa música porque não sabe.

“E se te ensinassem a baixar?”
“Se alguém me ensinasse, eu baixava. É possível baixar, tô na minha casa, não há nenhuma transgressão, eles sabem disso. Se fosse pecado não facilitariam, ora bolas.”

    Por causa de vitiligo, há quase 20 anos Prates, morador do próprio Campeche, não pisava na areia. Fazia apenas seis anos, na versão da sua assessora de imprensa e filha Scheila, também de calça e camisa. Foi, conta, em um 4 de Julho nos Estados Unidos, quando eles estavam igualmente engomados por causa do Dia da Independência americano. A Naipe sugere o Riozinho em cima da hora e os dois não fazem questão de mudar de figurino. “Olha a gente de camisa na praia. Gente, somos normais”, diz, em tom de brincadeira, Scheila, como que falando com as mais de cem pessoas na praia.
    Nos textos de Prates, “bermudão” se tornou sinônimo de adolescente molambento. Alheia a isso, a Naipe está em três bermudões: fotógrafo e dois editores. 

    O açaí chega gelado, com banana, guaraná, granola. A tigela foi pedida em uma barraquinha para figurar na sessão de fotos. A reportagem sugere a Prates que dê umas colheradas, no que ele se esbalda. “É bom isso aqui, né?”, sorri, a boca arroxeada, a próxima colherada a caminho. “Eu só tinha provado, há muito tempo, no Pará, picolé de açaí”. A Naipe pensa se um bom fone de ouvido com Sexual Healing ou Burn one down na voz de Ben Harper não teria efeito parecido.  Leia tudo. Beba na fonte.


Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Revista NAIPE desvenda o Planeta Prates": Respeito que aprecia. No ostracismo, apenas busca um fio de luz. Outro humano com fototropismo. 

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Leitor indignado com venda de férias no Judiciário

Prezado Canga,
    Olha mais uma vergonha!!! Um absurdo!!! O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou a venda das férias não tiradas de Desembargadores e Juízes no Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina e em todo o Brasil.
    Desembargadores e Juízes possuem duas férias no ano, um privilégio sem fim e agora ganham o direito de vendê-las, basta ter a justificativa (dada por eles mesmo) de imperiosa necessidade de trabalho. Chega a ser cômico, se não fosse trágico.
    Com toda a mordomia que eles têm, principalmente Desembargadores(subsídios de mais de R$ 25 mil, gabinetes pomposos, assessores indicados, motoristas, celulares com conta gorda, notebooks, auxílio moradia morando em Florianópolis, duas férias por ano, recesso estendido, etc.) agora eles podem vender suas férias não tiradas.

    Tudo isto é estendido aos Procuradores e Promotores de Justiça do Estado, estes que deveria ser o combatentes dos absurdos e imoralidades. É a Farra no Judiciário Brasileiro, que a todo ano inventa atrasados milhionários sem critérios e justificativas. A cada atrasado em gente comprando apartamento na Beira-mar.
    Já teve atrasado de auxílio moradira de mais de R$ 600 mil e agora vai ter atrasado de férias não tiradas por alguns privilegiados. Transparência não existe e nem pensar, são "deuses"!!!

    Quem descência deveria abrir mão, vai funcionar assim: todo ano vai ter venda de férias e o número de processo judicial só aumenta e fica aos montes pedidos no tempo.
Vender férias por membros do Judiciário Catarinense pode até ser legal, mas é, no mínimo, IMORALLLLLLL!!!

OLHE PARA ONDE VAI SEU DINHEIRO!!!
Paulo Soares 

Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Leitor indignado com venda de férias no Judiciário...": Data venia: bela demonstração do "entendimento" de isonomia, um dos pilares na promoção da justiça. 


Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Leitor indignado com venda de férias no Judiciário...": A indignação do leitor Paulo é a de todos nós brasileiros sem esses privilégios da casta do MP e judiciário. O pior é que essa bandalheira ocorre no momento em que a sociedade, através do legislativo, rediscute a moralidade das férias duplicadas...Se não bastasse ainda receberem auxílio moradia pra morarem onde são obrigados por lei.
Que justiça é essa?
Marinho Weiss
 

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Pescador Artesanal ganha estátua e promessa no Campeche

Foto Jackó Campeche
      No primeiro de maio, Dia do Trabalhador, a Associação dos Pescadores Artesanais do Campeche, representada pelo pescador Getúlio Manoel Inácio, com apoio da Prefeitura Municipal, inaugurou uma estátua homenageando o pescador artesanal de beira de praia.
     A cerimônia foi realizada no principal acesso à Praia do Campeche, no final da Av. Pequeno Príncipe. A estátua representado simbolicamente pelo famoso pescador Seu Deca (já falecido), conhecido pela sua convivência com o aviador Saint Exuperry, apelidado pelos locais de Zé Perry, durante as suas escalas em direção a Buenos Aires,  no campo de pouso da Base Aérea do Campeche.
     A estátua foi idealizada e concebida pelo escultor Paulo César dos Santos (Äbbey) e foi doada pela família do artista. A cerimônia teve início pela manhã com a apresentação dos alunos do Projeto Musica no Rancho da Canoa e logo depois com a Procissão e a 6ª Missa de abertura da Pesca da Tainha. Enseguida houve a apresentação da Banda Amor a Arte e finalmente a inauguração da 1º Estátua do Pescador Artesanal de Beira de Praia.
     Presente ao evento o prefeito Dário Berger prometeu em público a revitalização do espaço de acesso à Praia do Campeche, mostrando inclusive o projeto, e que está literalmente descrito no documento oficial de inauguração e entrega da Estátua do Pescador Artesanal.

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