quarta-feira, 1 de junho de 2011
Para que serve a Controladoria Geral da União?
Por Emanuel Medeiros Vieira
“A situação é de tamanha indignidade que até pessoas totalmente indignas já estão indignadas.” (Millor Fernandes)
A Controladoria Geral da União (CGU) informou que não vai abrir investigação contra o ministro Antonio Palocci. Alega que o impressionante aumento de patrimônio do impoluto senhor ocorreu quando ele era deputado e não ministro.
Não era “agente público”! É vergonhoso!
Enfatizo: ÉTICA NÃO TEM PRAZO DE VALIDADE! DECORO É ATEMPORAL!
Como observou uma jornalista, é a adoção da mesma jurisprudência estabelecida pela Câmara dos Deputados para salvar os mensaleiros. É como se a vida passada não fizesse parte da biografia do ser humano.
Para que serve a CGU? Para consumir dinheiro público? Para engabelar o cidadão brasileiro?
Em qualquer país razoavelmente sério, Palocci seria demitido ou pediria as ”contas”. Pedir xadrez para gente de colarinho branco neste país – pela certeza da impunidade
perpétua – seria demais!
Até quando – parodiando Cícero – abusarão da nossa paciência?

“A situação é de tamanha indignidade que até pessoas totalmente indignas já estão indignadas.” (Millor Fernandes)
A Controladoria Geral da União (CGU) informou que não vai abrir investigação contra o ministro Antonio Palocci. Alega que o impressionante aumento de patrimônio do impoluto senhor ocorreu quando ele era deputado e não ministro.
Não era “agente público”! É vergonhoso!
Enfatizo: ÉTICA NÃO TEM PRAZO DE VALIDADE! DECORO É ATEMPORAL!
Como observou uma jornalista, é a adoção da mesma jurisprudência estabelecida pela Câmara dos Deputados para salvar os mensaleiros. É como se a vida passada não fizesse parte da biografia do ser humano.
Para que serve a CGU? Para consumir dinheiro público? Para engabelar o cidadão brasileiro?
Em qualquer país razoavelmente sério, Palocci seria demitido ou pediria as ”contas”. Pedir xadrez para gente de colarinho branco neste país – pela certeza da impunidade
perpétua – seria demais!
Até quando – parodiando Cícero – abusarão da nossa paciência?
(Salvador, junho de 2011)
Para que serve a Controladoria Geral da União?
Sobre o escândalo das muletas
O que o Presidente da Assembléia não disse:
- quantas aposentadorias por invalidez são por doença incapacitante, isenta de imposto de renda e com contribuição reduzida ao IPREV;
- se instaurará procedimentos administrativos para devolução dos valores recebidos indevidamente;
- Como titular do Controle Externo, O TCE é apenas Órgão auxiliar, que providências tomará com relação as aposentadorias irregulares nos demais poderes (ele alegou que a situação da Assembléia também existia em outros poderes).
O que o Presidente da Assembléia não fez:
- Reduzir os valores recebidos pelos consultores jurídicos (estes consultores foram alçados ao cargo de Procurador da Assembléia, o MP ajuizou uma ADIN, julgada inconstitucional a Lei que autorizou o acesso voltaram ao cargo de consultores, o assunto foi amplamente divuldado pela Imprensa, mas, paralelamente, foram criadas gratificações para que eles continuassem recebendo os mesmos R$ 22.000,00 na época). Não há norma que fundamente o teto de desembargador para os cargos de consultores jurídicos da Assembléia.
Sobre o escândalo das muletas
Técnica da Floram constrói e desmata em área de APP
Moradores e lideranças comunitárias da região da Praia Comprida/Caminho dos Açores denunciam o avanço irregular de construções no chamado Morro do Ribeirão das Pedras, na altura do quilometro nº7 da rodovia SC-401. A região que começa a ser ocupada é considerada Área de Preservação Permanente (APP) e fica nas imediações (ou dentro - Confira no mapa) da Unidade de Conservação Ambiental Desterro (UFSC). O imóvel pertence a uma cidadã de origem paulista, há anos no local, sendo arquiteta e paisagista da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram), órgão da Prefeitura de Florianópolis. Inicialmente foi construída uma casa, depois outras, morro acima. No momento, operários trabalham numa área cuja vegetação foi suprimida e onde resiste e desponta um vistoso garapuvu.
O caso está sendo encaminhado à Ouvidoria da Prefeitura Municipal, à Câmara de Vereadores, à UFSC e ao Ministério Público.
Técnica da Floram constrói e desmata em área de APP
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